For the complete documentation index, see llms.txt. This page is also available as Markdown.

FAQ Fiscal

Respostas rápidas para configuração fiscal, teste de emissão, dúvidas fiscais, rejeições da SEFAZ e uso da NFC-e no PDV e no Cloud.

Dúvidas Fiscais Frequentes

Use esta FAQ para consultas rápidas sobre configuração fiscal, teste de emissão, rejeições fiscais e emissão via Cloud.

Se você veio de um link antigo de Erros Fiscais ou do alerta de documentos fiscais, vá direto para Dúvidas fiscais.

Quais módulos fiscais devo ativar na filial?

Ative apenas os módulos que o cliente vai usar.

Os mais comuns são:

  • NFC-e

  • NF-e

  • NFS-e, quando a operação usa serviços

O SAT só deve ser usado em cenários específicos.

Quais dados fiscais preciso pedir ao contador?

Peça estes itens antes de começar:

  • comprovante de credenciamento ou cadastro fiscal do contribuinte

  • CRT, CNPJ, Inscrição Estadual e endereço fiscal

  • CSC com ID e Token

  • certificado digital A1 com senha

  • token do IBPT, se o cliente quiser destacar carga tributária no cupom

Posso preencher o nome fantasia livremente?

Sim.

O nome fantasia pode seguir a identificação operacional da loja.

Quais dados da filial precisam bater exatamente com a SEFAZ?

Preencha exatamente como está no cadastro fiscal:

  • Razão Social

  • CNPJ

  • Inscrição Estadual

  • endereço da empresa

  • CRT

Se esses dados estiverem diferentes, a emissão pode ser rejeitada.

Posso usar o e-mail da revenda para criar o acesso na Migrate?

Sim.

Esse fluxo ajuda quando a revenda quer centralizar o acesso inicial.

Depois, você pode criar um usuário próprio para o cliente dentro da Migrate.

Posso deixar a inscrição municipal em branco?

Na maioria dos cenários de NFC-e, sim.

Quando existir informação fiscal específica para outro tipo de emissão, preencha conforme orientação do contador.

Ao criar o cadastro fiscal, produção e homologação são criadas juntas?

Sim.

Ao criar o cadastro fiscal, o sistema gera os ambientes da Migrate.

O ambiente de produção costuma ficar como padrão.

Qual certificado digital é aceito na configuração fiscal?

Sim.

Use certificado A1 com senha.

Os formatos mais comuns são:

  • .pfx

  • .p12

O que fazer quando o certificado digital dá erro?

Revise estes pontos:

  • senha incorreta

  • arquivo inválido

  • certificado emitido para outro documento

Um caso comum é o cliente enviar um certificado vinculado apenas ao CPF do responsável, sem vínculo correto com o CNPJ da empresa.

O token do IBPT é obrigatório na configuração fiscal?

Não para criar o ambiente fiscal.

Ele é usado para destacar a carga tributária estimada no cupom.

Preciso configurar os tributos produto por produto?

Só quando isso fizer sentido na operação.

Se vários itens compartilham a mesma regra, use Grupo de Tributos.

Esse formato facilita:

  • manutenção em lote

  • revisão com a contabilidade

  • troca de regra fiscal sem editar item por item

O que é obrigatório no produto para começar a revisão fiscal da filial?

O principal é:

  • NCM preenchido

  • CEST, quando a tributação exigir

  • tributação vinculada direto no produto ou por grupo

Como auditar os produtos antes da primeira emissão fiscal?

Use o relatório Impostos Produtos.

Ele ajuda a conferir:

  • NCM

  • CEST

  • ICMS, CFOP, CSOSN

  • vínculo com Grupo de Tributos

Também é um bom arquivo para compartilhar com o contador.

Preenchi o CSC errado. Onde corrigir?

Corrija primeiro no cadastro fiscal da filial.

Se o ambiente já foi criado, você também pode ajustar o CSC na Migrate.

Dá para emitir NFS-e direto pela Migrate?

Não nesse fluxo.

A emissão de NFS-e depende da configuração do módulo de serviços e da integração da prefeitura.

O que preciso validar antes de configurar uma NFS-e?

Revise estes pontos antes de começar:

  • módulo NFS-e ativo

  • módulo Serviços ativo

  • município homologado

  • adesão do município ao padrão nacional, quando aplicável

  • dados fiscais da filial validados pelo contador

  • usuário e senha de autenticação da prefeitura na Migrate

A NFS-e padrão nacional já substituiu o modelo do município?

Depende do cronograma oficial e da adesão do município.

Hoje, ainda pode existir operação no layout do município e operação no padrão nacional.

Siga sempre o formato já adotado pela prefeitura do cliente.

Onde acompanho a emissão da NFS-e depois de concluir a OS?

Depois de concluir a ordem de serviço, faça a emissão pela lista de OS no Cloud.

Ali você consegue validar:

  • número da nota

  • status da emissão

  • rejeição, quando existir

  • arquivos da nota

Quando devo usar homologação antes da emissão fiscal?

Use homologação quando o estado ou o processo do cliente exigir testes antes da produção.

Se não houver essa exigência, siga com o ambiente de produção.

O terminal fiscal precisa ter impressora configurada para abrir a tela de vendas?

Sim.

Se o terminal for fiscal, a impressora de caixa deve estar ativa e configurada.

Sem isso, o sistema bloqueia o acesso à venda.

Revise estes pontos:

  • configuração da impressora no terminal

  • impressora ativa nos parâmetros

  • marcação da primeira impressora de caixa

Se precisar, consulte Como configurar impressoras?.

O que devo validar no terminal logo após baixar tabelas?

Valide estes itens antes da primeira venda:

  • impressora fiscal ativa

  • parâmetros fiscais atualizados no terminal

  • dados do emitente sem divergência

  • série e numeração configuradas corretamente

Esse check evita rejeições já no primeiro teste.

Como fazer a venda teste depois de configurar a NFC-e?

Faça uma venda simples, de baixo valor.

Depois, valide o status da nota.

O fluxo recomendado é:

  1. emitir a primeira venda teste

  2. confirmar se a nota foi autorizada

  3. estornar ou cancelar a venda de teste

  4. fazer mais 2 ou 3 emissões

Esse processo ajuda a identificar erro de série, numeração ou duplicidade.

Onde acompanho o status da nota no PDV e no Cloud após a venda teste?

Você pode validar no próprio PDV e também no Cloud.

No Cloud, acompanhe:

  • documentos emitidos

  • rejeições recentes

  • não conformidades fiscais

Esse painel ajuda a ver o erro completo e decidir a próxima correção.

Para os códigos mais comuns, consulte Dúvidas fiscais.

O que fazer quando a nota rejeita por CSC inválido?

Revise o CSC e o ID do CSC no cadastro fiscal.

Depois, baixe as tabelas novamente no terminal e refaça o teste.

Se o erro continuar, valide também o ambiente configurado na Migrate.

O que fazer quando a rejeição fala de emitente, CNPJ ou inscrição estadual?

Revise os dados no cadastro da filial.

Depois, valide também os dados da empresa dentro da Migrate.

Campos divergentes, incompletos ou com caracteres especiais podem manter a rejeição mesmo após o ajuste no Cloud.

Os itens mais críticos são:

  • CNPJ

  • Inscrição Estadual

  • Razão Social

  • endereço fiscal

A primeira nota autorizou. Ainda preciso fazer mais testes?

Sim.

Faça mais algumas emissões antes de encerrar a instalação.

Isso ajuda a confirmar:

  • sequência da numeração

  • série correta

  • comunicação estável com a SEFAZ

  • comportamento de cancelamento ou estorno

O que significa rejeição por duplicidade de nota?

Significa que a combinação de série e número da nota já existe na SEFAZ.

Nesse caso, não é uma correção da nota rejeitada.

Você precisa revisar a sequência fiscal usada no equipamento ou no Cloud.

Valide com a contabilidade:

  • última série usada

  • último número emitido

  • se já houve emissão por outro sistema

  • se a loja já usou essa série no passado

Como agir quando a nota de teste autoriza, mas o estorno falha?

Isso pode acontecer quando o terminal entra em contingência ou ainda não concluiu a atualização do status.

Antes de tentar novamente:

  • volte para a tela inicial

  • baixe as tabelas

  • valide o registro do sistema

  • aguarde alguns minutos, se houver contingência

Depois, tente o estorno outra vez.

Posso usar um produto com preço aberto para teste ou venda rápida?

Sim.

Você pode cadastrar um produto genérico com a opção de pedir o preço na venda.

Esse formato é útil em operações específicas, mas a configuração fiscal do item continua sendo necessária.

O cliente pode emitir só algumas vendas no fiscal?

A rotina fiscal deve seguir a orientação da contabilidade do cliente.

Em operações com cartão, PIX e outros meios eletrônicos, a conciliação financeira precisa bater com a documentação fiscal.

Por isso, alinhe o processo de emissão com o contador antes de definir a operação.

Qual é a diferença entre emissão no PDV e emissão via Cloud?

Na emissão pelo PDV, o terminal transmite a nota e faz a impressão local.

Na emissão via Cloud, a venda sobe para a nuvem e a emissão acontece no ambiente fiscal do Cloud.

Na prática:

  • PDV: emissão e impressão no terminal

  • Cloud: emissão centralizada, com acompanhamento pelo painel do Cloud

Quando devo usar emissão via Cloud?

Esse modelo é mais comum em autoatendimento e operações com alto volume.

Ele é indicado principalmente para:

  • Modo Assistido

  • Modo Autônomo

  • eventos com muitos terminais

Se quiser revisar os modos de operação, veja Modo Assistido.

O Modo Assistido pode emitir no PDV e também via Cloud?

Sim.

O Modo Assistido aceita:

  • emissão direta no terminal

  • emissão via Cloud

Já o Modo Autônomo trabalha com emissão via Cloud.

Um PDV comum pode emitir via Cloud?

Pode, mas isso depende de liberação para a base.

Em cenários padrão, a emissão via Cloud fica mais ligada aos fluxos de autoatendimento.

Quando houver necessidade operacional específica, valide a liberação com o suporte.

Na emissão via Cloud, a série fiscal é por terminal?

Não.

Na emissão local pelo PDV, cada terminal costuma usar sua própria série.

Na emissão via Cloud, a série configurada fica centralizada no Cloud.

Vários terminais podem emitir pela mesma série configurada ali.

Posso trocar a série fiscal da emissão via Cloud depois?

Sim.

A troca deve ser feita na configuração da integração fiscal do Cloud.

Ao trocar a série, revise também a próxima numeração.

A série usada no Cloud pode voltar a ser usada na emissão local?

Não é o cenário recomendado.

Quando a série fica vinculada à emissão via Cloud, trate essa sequência como exclusiva desse fluxo.

Isso reduz o risco de conflito de numeração entre ambientes.

Onde corrigir erros de emissão via Cloud?

No próprio Cloud, quando o erro permitir ajuste por lá.

Você consegue acompanhar:

  • rejeição

  • detalhes do cupom

  • correção

  • reemissão

Se a emissão foi feita no PDV, a correção continua no terminal.

Quais materiais consultar antes de finalizar a instalação fiscal?

Dúvidas fiscais frequentes

Use esta seção quando a nota já retornou rejeição e você precisa identificar a causa e aplicar a correção.

Todas as rejeições e correções fiscais ficam concentradas nesta FAQ.

Certificado digital e assinatura

202 — Falha no reconhecimento da autoria ou integridade do arquivo digital

202 — Falha no reconhecimento da autoria ou integridade do arquivo digital

O que significa?

Há problema com a assinatura digital do documento.

Isso costuma indicar certificado incorreto, expirado ou arquivo alterado após a assinatura.

Como resolver

  • valide se o certificado corresponde ao CNPJ emissor

  • renove ou substitua o certificado, se necessário

  • reemita a nota após a correção

213 — CNPJ-base do emitente difere do certificado digital

213 — CNPJ-base do emitente difere do certificado digital

O que significa?

O certificado digital não pertence ao CNPJ emissor.

Como resolver

  • suba o certificado correto

  • baixe as tabelas no terminal

  • reemita o documento

290 — Certificado de assinatura inválido

290 — Certificado de assinatura inválido

Descrição comum no OEM

Certificado digital não informado, importe o certificado de sua empresa para emitir.

Também pode aparecer como divergência entre o documento do emitente e o certificado.

O que significa?

O certificado expirou, foi revogado ou está incompatível com a emissão.

Como resolver

  • valide prazo, senha e situação do certificado

  • troque ou renove o arquivo, se necessário

  • reemita a nota

293 — Erro na cadeia de certificação

293 — Erro na cadeia de certificação

O que significa?

Há falha na cadeia de autenticação do certificado digital.

Isso pode indicar ausência de certificados intermediários.

Como resolver

  • valide os certificados intermediários

  • reinstale o certificado

  • reemita o documento após a correção

Emitente e habilitação

231 — IE do emitente não vinculada ao CNPJ

231 — IE do emitente não vinculada ao CNPJ

O que significa?

A Inscrição Estadual informada não está vinculada corretamente ao CNPJ na SEFAZ.

Como resolver

  • valide o vínculo com a contabilidade

  • corrija o cadastro do emitente

  • baixe as tabelas e tente novamente

781 — Emissor não habilitado para emissão

781 — Emissor não habilitado para emissão

Descrição comum no OEM

Rejeição: emissor não habilitado para emissão da NF-e ou NFC-e.

O que significa?

O CNPJ ainda não está habilitado para emitir na SEFAZ estadual.

Como resolver

  • peça para a contabilidade validar a habilitação

  • regularize a situação cadastral

  • reemita a nota depois da liberação

CFOP, tributação e produtos

225, 374, 396 e 725 — como corrigir erros de CFOP

225, 374, 396 e 725 — erros de CFOP

Descrição comum no OEM

Rejeição: CFOP não permitido para o CST informado.

Também pode aparecer como incompatibilidade com a operação ou com o CSOSN.

Exemplos:

  • 225: CFOP element is invalid

  • 374: CFOP incompatível com o grupo de tributação

  • 396: CFOP não permitido para o CSOSN

  • 725: NFC-e com CFOP inválido

O que significa?

O CFOP está incompatível com a operação ou com a tributação configurada.

Como resolver

  • revise o grupo de tributos da filial

  • valide o CFOP com a contabilidade

  • ajuste a regra e reemita o documento

778 — como corrigir NCM inexistente

778 — NCM inexistente

Descrição comum no OEM

Rejeição: informado NCM inexistente.

O que significa?

O NCM do produto não existe ou está inválido.

Como resolver

  1. abra o cadastro do produto

  2. revise o NCM

  3. salve o ajuste

  4. baixe as tabelas e reemita

Pagamento

899 — como corrigir meio de pagamento informado incorretamente

899 — Meio de pagamento informado incorretamente

Descrição comum no OEM

Rejeição: informado incorretamente o campo meio de pagamento.

O que significa?

A forma de pagamento não está classificada corretamente para a emissão fiscal.

Como resolver

  1. acesse Administrativo → Formas de Pagamento

  2. edite a forma usada na venda

  3. ajuste a classificação do movimento interno

  4. grave e tente novamente

PIX não integrado — como corrigir dados de cartão ou débito não informados

PIX não integrado — dados da operação de cartão ou débito não informados

Faça assim:

  1. Acesse Gestão Legal → Administrativo → Formas de Pagamento PDV.

  2. Localize PIX sem TEF.

  3. Clique no ícone de edição.

  4. Preencha:

    • Nome: PIX ESTATICO

    • Classificação de Movimento Interno: 20 – PIX ESTATICO

  5. Clique em Gravar e feche a tela.

Outros erros recorrentes

Como corrigir emissão em contingência bloqueada para o emitente

Emissão em contingência bloqueada para o emitente

Como resolver

Reemita a nota normalmente após validar se a contingência já foi encerrada.

217 — como corrigir NF-e não consta na base da SEFAZ

217 — NF-e não consta na base da SEFAZ

Como resolver

  1. Grave novamente todos os grupos de tributos da filial.

  2. Confirme em qual terminal a venda rejeitada foi emitida.

    Se precisar, abra o Registro e anote a série do dispositivo.

  3. No terminal correto, execute:

    • Baixar Tabelas

    • Corrigir Arquivos

    • Registro do Sistema → Salvar

  4. Abra Venda → Painel e localize a venda rejeitada.

  5. Reprocesse a nota por um destes caminhos:

    • Imprimir NFC-e, quando o sistema pedir apenas reimpressão

    • Corrigir Nota, alterando o status para Não Emitido antes de emitir novamente

  6. Sincronize novamente e valide no Cloud se a rejeição saiu da fila.

Esse processo força a atualização dos tributos nos terminais da filial.

463 — como corrigir código identificador do CSC revogado

463 — Código identificador do CSC revogado

Descrição comum no OEM

Rejeição: código identificador do CSC no QR Code foi revogado pela empresa.

O que significa?

O CSC usado na emissão foi revogado.

Como resolver

Solicite o novo CSC à contabilidade e atualize o cadastro fiscal.

464 — como corrigir código hash do QR Code difere do calculado

464 — Código hash do QR Code difere do calculado

O que significa?

Há inconsistência entre o hash gerado e o esperado pela SEFAZ.

Como resolver

  • valide o CSC

  • ajuste o cadastro, se necessário

  • baixe as tabelas e reemita

704 — como corrigir NFC-e com data ou hora de emissão atrasada

704 — NFC-e com data ou hora de emissão atrasada

Descrição comum no OEM

Rejeição: NFC-e com data e hora de emissão atrasada.

Também pode aparecer junto com erro de duplicidade.

Como resolver

Ajuste a data, hora e fuso do dispositivo e reemita a nota.

Como corrigir endereço do site da UF no QR Code diverge do previsto

Endereço do site da UF no QR Code diverge do previsto

Faça assim:

  1. No PDV, abra Painel de Documentos.

  2. Localize a NFC-e rejeitada e confirme o motivo.

  3. Toque nos três pontos e selecione Baixar Tabelas.

  4. Entre em Configurações → Parâmetros do Sistema.

  5. Execute Corrigir Arquivos.

  6. Entre em Venda → Painel.

  7. Localize a venda rejeitada.

  8. Refaça o processamento da nota.

Atualizado

Isto foi útil?